O corno é o primeiro a saber (parte 2)

Um conto erótico de Gu
Categoria: Heterossexual
Data: 24/03/2020 05:31:50
Última revisão: 24/03/2020 23:21:46
Nota 9.62

Esta é a segunda parte do nosso relato. Para quem não leu, tentarei resumir em poucas linhas. Mas se puder ler o relato inicial entenderá melhor. Quem já leu, pode pular esta introdução.

Láurea, minha mulher, que chamo de Láu, foi fazer um curso de especialização em Lisboa, para assumir um novo cargo na empresa, como diretora de operações externas. Teria três semanas de curso e uma semana passeando em Lisboa. Somos casados há 15 anos. Láu tem 35 anos e eu 40. Ela fez duas faculdades, fala idiomas, é uma executiva muito competente. Mestiça, morena de pele, bonita, olhos castanhos, cabelos pretos encaracolados em cachinhos na altura dos ombros. Corpo bem sensual. Não temos filhos, ela teve que operar. Somos só nós dois e nossos cachorros. Eu sou o Gualberto, engenheiro químico, dono de uma pequena indústria de produtos de limpeza em expansão, em Goiás. Não sou forte, com peso proporcional à minha estatura de 1,80 m, e uma barriguinha discreta. Sou claro de pele, cabelos castanho com fios grisalhos, e físico normal. Eu tinha combinado que iria encontrar Láu na última semana de final do curso e passear uns dias em Lisboa. Mas uma das nossas cadelas Rottweiller adoeceu gravemente, e melou minha viagem. Nossos cães são como parte da família. Láu não gostou nada, mas entendeu. Era final da primavera, o clima ajudava muito e ela resolveu aproveitar para desfrutar de Lisboa. Temos um casamento muito harmonioso no sexo, e, com os anos de casados ficamos mais liberais. Já havíamos frequentado algumas praias de nudismo no Brasil, e tivemos também uma experiência muito importante, libertadora, um ano antes, quando fizemos durante uma semana um curso de massagem tântrica para casais. Depois desse curso, nossa relação sexual ganhou uma dinâmica incrível. Ficamos muito mais soltos. E cúmplices. E depois de três semanas em abstinência, estávamos nós dois bastante carentes. Chegamos a falar que faríamos, cada um, uma sessão de massagem tântrica. Mas eu nem tive tempo. Até que falando por telefone com Láu no dia que acabou o curso, ela me disse que havia feito uma massagem tântrica com um tal de Minotauro, o Mino, como ela o chamava, e no final, alucinada de tesão acabou dando para ele. Fiquei maluco ao saber daquilo. Meio transtornado. Ela não queria contar os detalhes, mas eu insisti muito, até que ela narrou tudo como aconteceu. Láu mostrou a foto do Mino pelado e vi que ele era um homem forte, bonito e com um pau bem grande. Fiquei bastante desnorteado. Láu disse que tinha sido irresistível. Eu queria saber tudo, fui pedindo os detalhes e ela foi contando. Essa nossa conversa foi por face time com vídeo e enquanto ela me relatava o que havia feito, se masturbava sobre a cama do hotel, excitada de lembrar. Láu estava linda, queimada de praia, com marcas mínimas de biquíni. Ela sabia que ia me deixar tarado com aquilo. A confissão dela me deixou alucinado e eu acabei gozando sentado no sofá da sala de casa. Então, antes de desligar, ela revelou que ia voltar naquela tarde para outra sessão com o Mino. Questionei o motivo e me disse que o Mino tinha pedido o cuzinho para ela. Eu não acreditei que ela fosse aceitar, mas ela disse que estava maluca de tesão. Logo me dispensou dizendo que chegara a hora e tinha que ir. Tentei falar com ela por várias vezes, mas nada. Passei uma noite horrível. E o que se seguiu é o que conto aqui.

As palavras dela não me saíam da cabeça:

“Ele ontem queria meu cuzinho amor. Eu não estava em condições. Mas hoje eu quero. ”

“Estou tarada amor. Ele me pediu.... Eu não aguentava. ”

“ Ontem, com o pau na minha xana ele pediu, eu alucinada de tesão disse que hoje eu dava”.

“Ah, eu passei o dia todo aqui, pensando, e morrendo de vontade. Estou louca de tesão”.

“ Hoje eu vou preparada. Farei a higiene completa e chegarei mais segura”.

Eu não sabia o motivo da reação, mas ao saber que Láu estava louca de vontade de dar o cu para o cara me excitei como um tarado novamente. Eu exclamei:

- Puta-que-pariu Láu! Você vai me matar. Não vou aguentar...

Ela desligou. E não atendeu mais. Fiquei muito cabreiro, até com um pouco de raiva. Pela manhã fui trabalhar com a cabeça fervendo. Eu não rendi nada no trabalho e aproveitando que tinha que dar remédio para nossa cadela doente, voltei cedo para casa. Lá em Portugal já era final do dia. Pouco depois de eu ter entrado em casa chega a chamada de Láu:

- Oi Gu, tudo bem amor?

Eu estava muito chateado e não fui receptivo:

- Bem nada. To cabreiro. Chateado. Você foi muito grossa, me deu um gelo.

Láu ficou em silêncio.

Eu também fiquei calado. Por uns dez segundos nenhum dos dois disse coisa alguma. Finalmente ouvi Láu:

- Não fique assim amor. Você sabe que eu sou pessoa que cumpro meus compromissos. Me atrasei no nosso papo ontem. Estava em cima da hora. Tive que desligar.

Eu estava tão puto que nem tive vontade de responder. Não desliguei porque a angústia das últimas horas me pressionava para continuar ouvido a voz dela. Láu insistiu:

- Você sabe que entre nós existe total transparência amor, eu não fiz nada escondido, avisei, mas não podia mais ficar conversando.

Toda aquela emoção das últimas horas havia acabado com meu humor, estava angustiado e deprimido, e ainda não sabia o motivo de não ter desligado. Sentia vontade de desligar, mas sabia que se eu fizesse, poderia provocar uma reação negativa em Láu e ela não me ligaria mais. Mas eu resolvi arriscar e desliguei.

Alguns minutos se passaram. Ela certamente estava ponderando se ligava ou não.

Aí, vejo chegar uma mensagem de texto: “ Não pode falar agora? Não quer? “

Se eu respondesse que podia e ela ligasse, teria que falar. Se eu dissesse que não, perderia a chance de ouvir o que ela teria para me dizer. Mas ela reagiu. Láu então digitou:

- Ontem foi muito bom. Deu tudo certo. Não me arrependi. Eu o amo Gu, e quero falar com você. Aguardo que me dê um sinal.

Meu coração estava acelerado. A boca seca. Eu me sentia como aqueles caras que vão para o suicídio e ao subir na ponte ponderam o que está para acontecer. Naquele momento tinha vontade de nunca mais voltar a falar com ela. Emocionalmente e afetivamente estava magoado, mas, em contrapartida, sentia uma saudade imensa da voz, da presença e do carinho e da sensualidade de minha querida mulher. Láu era uma paixão imensa e eu não era capaz de jogar isso fora sem ouvir o que ela tinha a me dizer.

Meio roboticamente teclei: “ Pode ligar. “

Ela demorou uns três minutos. Nesse intervalo eu não conseguia definir qual seria a minha reação. Chegou a chamada:

- Oi Gu, meu amor, o que está havendo?

Respirei fundo, esperei, tentei ser muito cauteloso:

- Talvez você saiba explicar melhor do que eu.

Láu sabia que eu estava sendo muito transparente e percebeu a seriedade do momento. Ela disse:

- Queria retomar nossa conversa no ponto feliz onde paramos ontem. Onde está nossa parceria e cumplicidade? O que você quer que eu diga ou faça que não seja apenas o verdadeiro?

Eu precisava de ter algo mais concreto e pedi:

- Então retome, e me atualize. Fiquei no escuro e no vácuo desde ontem.

Láu era muito hábil e sabia gerenciar crises. Foi muito bem preparada:

- Se você preferir, eu deixo para a gente falar quando eu regressar daqui a alguns dias. Se acha que em vez de nos aproximar essas conversas francas nos afastam...

Eu também sabia negociar e não ia dar essa chance:

- O que nos afasta não são as conversas, mas as atitudes. Não gostei e não fiquei bem desde ontem. Confesso que não sei.

Láu era boa de xadrez também:

- OK. Eu tentei sempre ser verdadeira, e falar tudo. As atitudes eu assumo, fiz o que tive vontade e estou aqui tentando compartilhar com você, meu parceiro, com toda a cumplicidade possível as minhas descobertas. Sempre agimos assim. Mas se faz mal a você, eu não insisto.

Era quase um xeque-mate. Mas eu ainda tinha saída:

- Se quiser se explicar e contar o que fez, tudo bem. Acho até que deve..., Mas, antes, reflita se eu não tenho razão de estar chateado, ou melhor, puto da vida com o modo como fui dispensado ontem.

Também não era meu xeque-mate. Ela sabia jogar:

- Primeiro, já expliquei que estava em cima da hora para o compromisso assumido. Por isso desliguei e saí às pressas. Segundo, que não dava para atender nem falar ao telefone na situação em que me encontrava. Terceiro, não fiz nada escondido. Fiz questão de confessar a você minha posição e como me sentia. E quarto, vou deixar você decidir. Quer falar agora, ou prefere quando eu voltar?

Senti o xeque-mate. Não ia aguentar esperar o regresso. Na verdade, estava muito ansioso para saber o que ela tinha para contar.

- Prefiro ouvir agora.

Láu mudou o tom da voz:

- Como disse, eu estava muito interessada em fazer o que o desejo me empurrava. Era uma situação única. Eu fiz questão de contar a você. Não era para pedir autorização, era para que você não se sentisse enganado. Sempre defendemos que não escondemos nada do outro. Mas sempre demos liberdade para as escolhas.

Eu não tinha argumentos para contrapor. A minha única saída era a verdade emocional:

- As escolhas podem provocar consequências devastadoras.

Láu acusou o golpe:

- Amor, nunca quis magoar você. Muito menos menosprezar. Você sabe que eu o amo demais. Nosso clima estava ótimo, de cumplicidade, de companheirismo, de compartilhar as emoções...

Eu tinha uma ligeira vantagem:

- Mas tomei um soco no estômago. E apagaram a luz. Desde ontem no vazio. Estou muito abalado.

Láu fez o último movimento do jogo:

- Então eu peço desculpas, peço perdão. Não era isso que queria nem esperava. Melhor a gente parar essa conversa e deixar para falar quando eu voltar. Não posso remendar o que está feito, mas afirmo que nunca jamais fiz nada para nos atrapalhar ou ofender. Pelo contrário.

Eu joguei uma última tentativa de argumento:

- Não entendo o motivo de você querer sempre adiar a conversa... O que impede que a gente converse agora?

Láu buscava um tom conciliador:

- Amor, eu não quero falar com você esses assuntos se isso o magoa, ofende ou incomoda. Na minha cabeça estávamos nos excitando muito com as aventuras e você cúmplice, gostando de me ver mais solta e liberada. E de repente, tudo muda.

Eu senti que tinha que ser cuidadoso. Ela estava certa em parte, mas eu precisava expor o que me incomodou:

- Láu, eu estava, como lhe disse ontem, num mundo dividido entre o ciúme e o tesão, ao mesmo tempo que me excitava com o que me contava, me sentia meio como carta fora do baralho. Você cheia de desejos pelo massagista e me contando e assumindo o seu tesão. De repente me corta e some. Fiquei transtornado.

Houve um silêncio de alguns segundos. Ela estava processando a informação e buscando por onde levar o papo. Quando falou, sua voz estava manhosa.

- Ah...Gu, agora fiquei angustiada.... Estava embalada numa viagem a dois. Sempre fomos muito parceiros nas nossas fantasias. Pensei que compartilhar tudo com você seria muito bom. Você estava excitado, gostando... É só uma aventura... Não planejei, aconteceu... Melhor então a gente não falar mais.

Eu não queria que ela encerrasse a conversa. Queria saber o motivo dela ter tanto receio de falar:

- Novamente você buscando argumento para não falarmos e não me explicar os seus motivos.

Ela cortou:

Gu! Amor! Para com isso! Eu não quero magoar você. Eu amo você. Mas se eu conto o que fiz, como contei ontem, você se melindra, fica ofendido, me deixa péssima. Não me ajuda. Juro. Não sei o que dizer.

Eu tentei conduzir o papo para onde eu queria:

- Prefiro que me conte, que seja sincera, me fale tudo. Sei que se você fez foi porque sentiu vontade.... Apenas não posso fingir que não me afeta.

Minha mulher ficou um tempo em silêncio, procurava o que dizer. Finalmente despejou:

- Então, eu estava ontem contando que ele, o Mino, me provocou, me pediu que desse o cuzinho para ele. Eu na hora fiquei com vontade, mas não estava preparada. Já lhe disse isso. Você estava excitado vivenciando o tesão que eu havia sentido. Prometi que iria ontem lá e nós ficamos papeando, quando vi estava em cima da hora marcada. Tive que sair correndo. Foi isso. Não cortei você de nada. Não dava para deixar o telefone ligado. Aí, hoje, sobre o que aconteceu ontem, eu estou na dúvida se vale a pena a gente continuar falando.

Eu repeti:

- Já disse! Me conte tudo. Prefiro saber do que imaginar o que não sei.

Láu perguntou:

- Jura? Jura que não vai piorar o seu estado de angústia?

Eu tinha a resposta:

- Piorar não pode. Estou louco de saudade, de ciúme, de desejo, e com muita inveja e raiva desse cara. Mas nada posso contra isso. Então prefiro encarar os fatos.

Láu achou graça do jeito que falei. De repente ela entendeu que eu estava sendo verdadeiro e me expondo francamente. Ela amenizou:

- Amor, eu já disse. Nada é afetivo. É só sexo e desejo. Eu fico excitada e sempre penso que você vai ficar com tesão junto comigo. Como era quando a gente fantasiava juntos. Agora estou vivendo a fantasia e você em vez de aproveitar e curtir comigo fica magoado. Não sei o que fazer. Sempre achei que ia ser meu cúmplice.

Agora ela me deixava numa situação mais complicada:

- É, na fantasia é uma coisa. Na hora da verdade é outra. Se nós estivéssemos juntos, talvez eu não me importasse. Mas está longe. Sozinha. E fazendo essas loucuras.

Láu abriu o jogo:

- Então, decida, quer que eu conte ou falamos quando eu voltar? O que prefere?

Nem precisava pensar para responder:

- Quero sim, me conte. O que fez ontem.

Láu esperou uns segundos para falar. Eu estava novamente sentado no sofá da sala. E ela no quarto do hotel, sentada na cama. Ela disse:

- Ontem eu tomei um banho, depois falamos, e quando vi já estava chegando a hora marcada. Desliguei correndo e fui fazer minha higiene íntima. Me arrumei rapidamente e fui para a clínica do Mino. Era começo da noite.

Eu queria saber detalhes:

- Foi como? Vestia o quê?

Láu sorriu:

- Você me conhece né? Vesti uma calcinha de renda bem mínima, e um vestido de malha. Não coloquei sutiã. Meus peitos latejavam de tão excitada e minha xoxota estava ainda bem inchada de tanto sexo na véspera. Eu ia lá para ficar nua. Mas queria ser desejada. Fiz uma maquiagem leve.

Eu senti meu pau se endurecendo ao imaginar tudo aquilo. Falei:

- Você é desejada até de uniforme de operário.

Láu sorriu satisfeita:

- Então, eu estava com um pouco de nervoso, do que ia enfrentar, mas talvez por isso fiquei tão excitada. Quando cheguei na clínica do Mino ele estava só com uma toalha na cintura, me esperando. Tinha tomado banho e usava um perfume gostoso. Ele me beijou e perguntou de cara: “Então veio cumprir a promessa? ” Eu confirmei e ele suspendeu o meu vestido e foi me despindo. Fiquei só de tanguinha e ele me acariciando o corpo com aqueles toques tântricos bem suaves. Eu estava toda arrepiada amor, uma excitação maluca. Pensava: “ Você veio aqui dar o cu para esse cara! É muita safadeza”

Naquele ponto da narrativa dela meu pau já estava duro dentro da cueca e tratei de me livrar das calças. Eu disse:

- É o mesmo que eu pensei. Safada e sem vergonha!

Láu sorriu meio marota:

- E sabe o que ele me disse? Ele chegou no meu ouvido e sussurrou: “Adoro você bem putinha, com vontade de vir aqui dar essa bunda gulosa para mim”. Nossa, eu já estava melada e minha xoxota escorria. Ele pediu que eu retirasse a toalha da cintura. Libertei aquele pau enorme que estava duro. E ele me disse: “Faz o que sente vontade! ” Ajoelhei e comecei a chupar. Nessa hora eu imaginava você vendo aquilo amor, ficando excitado, e me deixou ainda mais tarada.

Eu olhei e vi que Láu estava novamente recostada e com os peitos empinados. Soltei um grande bufo. Meu pau latejava e eu libertei da cueca. Láu reparou e perguntou:

- Está excitado amor?

Fiz que sim com a cabeça, e virei a câmera do celular para meu pau duro.

Láu ofegou:

- Ah, que delícia, amor! Adoro ver você com tesão!

Eu disse:

- Acho que sou doente! Maníaco, sei lá. Onde já se viu sentir tesão numa situação dessa!

Láu falou:

- Você sente tesão comigo amor, e eu adoro isso. Adoro saber que deixo você tarado.

Eu queria saber mais:

- Vai, conte mais.

Láu falava já com voz mais tomada pela volúpia:

- Ah, eu chupei gostoso, lambia, babava, e ele batia com aquele pau no meu rosto, na minha boca, me chamava de putinha safada, rameira gostosa. Ele foi ficando muito excitado e me levou para o futon. Chegando lá me despiu a tanguinha e me deitou de bruços, começando a me massagear e me dar beijinhos na pele. Eu estava toda arrepiada, fervia por dentro. E ele nas calmas, falando safadezas, me chamando de putinha safada, e tesuda. Eu já estava toda mole e ele me virou de frente, me beijou, chupava meus peitos deliciosamente e esfregava aquele pau vibrando no meu ventre.

Eu ouvia excitadíssimo e não queria interromper a narrativa. Meu pau dava solavancos rígidos de tanto tesão. Láu me viu ofegando e perguntou:

- Está tesudo amor? Que delícia! Imagine então como eu estava. Desesperada. E o safado do Mino me perguntava se eu queria dar o cu para ele. Eu gemia e dizia que sim. Ele me fez repetir algumas vezes que fui lá para dar o cu para ele, que queria muito ser comida. E o safado me deixou de joelhos sobre o futon, ajoelhou atrás, esfregava o pau entre as minhas nádegas enquanto me beijava no pescoço, na nuca, em baixo da orelha. Eu gemia alucinada com aquela rola dura indo e vindo entre as minhas coxas. Ele então me fez empinar um pouco a bunda e encaixou o pau na minha xoxota. Nossa! Eu estava ainda com a xana toda sensível e meio ardida de tanto ele meter na tarde anterior. Mas quando ele colocou a cabeça da pica na entrada entre os grandes lábios eu ofegava deliciada. Eu pedi para ele me foder de novo.

Estremeci ouvindo aquela confissão. Era alucinante ver minha própria esposa relatando, tudo aquilo, e as sensações de prazer que tivera. Olhei para ela recostada sobre a cama e Láu se acariciava passando a mão na xoxota. Eu tremia todo, tamanha excitação. Láu notou e retirando a mão toda melada da xoxota deu uma lambida. Ela falou:

- Olha como fico só de lembrar. Muito tesuda, amor.

Eu evitava tocar no meu cacete. Tinha medo de jorrar sem controle. Láu prosseguiu:

- Então o Mino me fodeu um pouco na xoxota, melecou bastante a rola nos meus sumos de desejo, e começou a pincelar meu cuzinho com a rola. Eu tremia de tanto tesão, queria que ele me enterrasse, mas sabia que ia me rasgar. O pior é que eu queria amor.

Eu soltei uma exclamação involuntária:

- Caralho! Que tesão!

Láu fez que sim, e disse:

- O Mino pegou a bisnaga de gel que estava perto do futon, passou no meu cuzinho, enfiou um pouco com os dedos, me relaxou, enquanto me provocava falando que estava louco para me foder na bunda. Ele falava: “Relaxa esse cu, safada!” “Quer que eu meta tudo aí dentro?”

Eu pedi que queria, pedi que metesse. Ele estava ajoelhado atrás de mim. Mino de joelhos sentou sobre os calcanhares, e me fez encaixar o cuzinho na cabeça do pau duro. Ele disse:

“ Agora vem, safada, vem! Senta na minha caceta, minha pila está esperando esse cu guloso! ”

Amor, eu fui recuando a bunda, sentando, fazendo pressão. Eu mesma me esforçava para que o pau dele me penetrasse. Ouvia: “Vem cadela tesuda! ” Senti as pregas todas ardendo, meu cu foi alargado ao máximo, chegou a doer um pouco, mas eu queria aquela pica. Então, de um solavanco, senti a cabeça entrar, ardendo, parecia que ia arrombar tudo. Parei gemendo e ele me disse para esperar e relaxar. Mino falava: “Já estou dentro desse cu tesudo! ” “Agora você vai sentindo a pila escorregar para dentro. ” Ah, amor, que loucura. O pau foi deslizando, a dor foi ficando menor, e meu tesão me alucinou. Quando vi estava rebolando com aquele pau enorme enterrado no meu rabo. Toda atolada.

Nessa hora do relato de Láu eu já estava sem fôlego. Meu saco doía e meu pau novamente soltava uma baba lubrificante. Eu ofegava. Exclamei:

- Caralho Láu, que tesuda! Sentou na rola do cara!

Láu se masturbava com calma. Ela estava adorando reviver e me contar aquele momento. Parece que sentia muito tesão de me ver tarado e desesperado com aquela confissão.

Ela gemeu concordando:

- Sentei amor, sentei e aguentei tudo. Me deu uma sensação tão louca que comecei a rebolar e a balançar a bunda para trás e pra frente e com isso o pau me fodia fundo. Nunca tive uma sensação tão louca porque minha boceta e meu cu estavam fervendo de prazer. Então eu vi que ele também não estava conseguindo segurar e eu pedi: “Goza em mim! ” “Goza no meu cu! ”

E o Mino agarrou minha cintura e começou a estocar com ritmo, macio mas com ritmo, falava safadeza no meu ouvido, me chamava de cadela, de rameira, de safada vagabunda, e eu comecei a gozar muito, meu corpo inteiro vibrava, nunca tive um orgasmo tão intenso que não acabava. Ele conseguiu segurar mais uns dois minutos, me fodendo, me fazendo gemer, sorrir, chorar, e então deu uma espécie de tremelique, entesou mais ainda a rola, e urrando, começou a soltar jatos fortes de porra no meu cu. Ah, amor, que loucura! Comecei a gozar e soltar ejaculação pela xoxota, nunca tinha gozado assim, saíam jatos de líquido de gozo junto com mijo, e eu entrei em transe.

Nesse ponto da narrativa eu também não consegui segurar mais. Meu pau latejava e peguei para masturbar. Conforme eu comecei a punhetear meu gozo veio insano, farto, jorrando novamente jatos longos sobre o chão da sala. Exclamei:

- Que puta safada do caralho! Vai me matar de tesão!

Fiquei uns trinta segundos fora do ar. Apenas sentindo a sensação do gozo. Depois olhei para o celular e vi Láu deitada, a mão na xoxota. Outra mão apertava o próprio seio. E falando:

- Nossa querido! Gozou bem né? Então, amor, eu apaguei depois. Tive uma espécie de vertigem de tanto prazer. Quando acordei eu estava amparada nos braços do Mino, ele já havia retirado o pau do meu rabo, e eu sentia o esperma escorrendo e pingando no futon. Foi alucinante. Maravilhoso. Nunca dei o rabo com tamanho desejo e prazer. Você já me comeu algumas vezes, gozei bastante, mas dessa vez eu fui ao paraíso e voltei toda mijada. Nunca tinha ejaculado tanto daquele jeito.

Eu tentava recuperar o fôlego. Não conseguia falar. Fiquei olhando para minha mulher largada sobre a cama. Ela então, ergueu uma das pernas, puxou as nádegas com a mão, e me mostrou o cuzinho com a região em volta toda avermelhada dizendo:

- Olha só, ainda estou inteira. Não me rasgou, nem sangrou. Só deixou meio ardida amor. Mas hoje eu passei muito creme e estou melhor.

Eu não sabia por que motivo meu pau voltava a se empinar. Aquela loucura me excitava demais. Eu disse:

- Láu, sua vagabunda sem vergonha. Você me deixa muito louco! Não sei o que fazer. Por favor, volte logo, estou desesperado.

Láu sorriu, fez aquela cara de safada que eu conheço quando está para revelar alguma coisa nova, esperou eu dar atenção e disse:

- Foi maravilhoso amor. Vou ensinar você como faz. Quero dar assim também para você. Mas minhas férias ainda não acabaram aqui. Eu só volto no domingo, daqui a três dias. E amanhã, sexta-feira, o Mino me convidou para sair, ir conhecer um bar que ele gosta. O que você acha? Tudo bem?

Eu confesso que ouvindo aquilo senti novamente ciúme e um pouco de raiva. Não sabia se Láu estava mesmo dizendo a verdade, de que não havia envolvimento. Respondi:

- Não acha que para quem diz que é só sexo, você está se envolvendo demais?

Láu sorriu serena:

- Seu bobo! Você é meu amor! Estou só me divertindo. Pela primeira vez estou liberada e com vontade de desfrutar essas aventuras. E o Mino é um cara que vale a pena desfrutar.

Eu fui sincero:

- Se fosse com outros, até entenderia. Mas é sempre o Mino! Isso já parece até caso!

Láu continuava sorrindo. Ela aproximou o celular do rosto e me disse bem de perto olhando fixo:

- Amor, você é a minha paixão! Só você tem essa cumplicidade e parceria. Entre nós só amor.

Eu estava mordido de ciúme e respondi:

- Amor né? Mas me faz de corno e fica tarada de contar! Isso é maldade!

Láu negou abanando a cabeça:

- Meu corninho mais querido. Não fique assim. Eu vou voltar para você. Só estou aproveitando essas férias e essa oportunidade rara. Aprendi muito aqui. Confesso que tive sorte. O Mino é um pedaço de mau caminho, mas ele não é nada mais do que um cara tesudo que estou desfrutando. Logo estaremos juntos novamente.

Eu não respondi. Não queria dar o aval para mais uma safadeza dela. Mas Láu disse:

- Eu prometo que vou nesse bar, dançar, me divertir. E se tiver algo mais eu conto.

Eu perguntei:

- Já está decidida?

Ela me perguntou:

- Você não quer? Posso ir ou não?

Eu não ia dizer que sim, mas também não diria não. Jamais diríamos isso ao outro. Essa era a nossa lei. Respondi:

- A decisão é sua. Você que sabe o que deve fazer. Eu fico aqui sempre angustiado e cheio de ciúme.

Láu sorriu com expressão carinhosa:

- Seu bobo! Ciúme do quê? Juro que não faço nada escondido. Contarei tudo. Depois a gente se fala. Agora tenho que dormir porque estou exausta. Acabada!

Eu ainda respondi:

- Acabada, não por culpa minha!

Láu sorriu:

- Culpa nossa! Você que me ensinou a ser tão safada. Agora aguenta! Quando eu voltar vamos aproveitar muito. Um beijo.

Eu ainda tentei estender o papo. Mas ela queria mesmo encurtar a conversa:

- Juro, amor, que depois falamos. Agora preciso dormir. Já é tarde, eu com sono não presto.

Naquela noite eu demorei a pegar no sono. Ficava remoendo tudo aquilo na minha cabeça. A sensação de excitação se misturava com ansiedade, com ciúme e com um pouco de raiva do Mino. Mas ao mesmo tempo entendia perfeitamente a Láu. Eu tinha muita culpa dela ter chegado ao ponto de liberdade em que estava. E acabei me convencendo de que eu ainda iria lucrar com aquilo. Adormeci cheio de sonhos eróticos. E mal podia esperar pelas novidades que ela me traria depois. Mas isso contarei em outro relato. Gu.

Publicamos aqui contos de aventuras que fizemos e também contos de pessoas que nos contam suas experiências. Casais que não conseguem ou não gostam de fazer contos, e nos revelaram e autorizaram a publicar as histórias. Preferimos publicar as histórias completas, mas algumas mais longas nós dividimos em partes quando necessário. -


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Comentários

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25/03/2020 15:55:51
Bora lá, quando se escreve algo é normal os personagens ser julgados por suas ações e atitudes, como aqui tem esse espaço pra comentar assim o fizemos e expressamos nossa opinião, na maioria das vezes as opiniões vão divergir. O conto é muito bem escrito, narração perfeita mais fico por aqui, forte abraço e sucesso.
24/03/2020 23:30:50
Amigos leitores. Venho aqui agradecer as leituras e opiniões. São sempre muito importantes. Os leitores são o motivo dos escritores. Aproveito para esclarecer ao AnjoNegro e o Espartano SP. Reparem que vocês julgaram o GU, e suas atitudes. As coisas são como são, e não como cada um acha que deveria. Cada casal tem sua própria relação e dinâmica, tem seu relacionamento e sabem o que pode e deve ser feito. O Gu não se coloca como broxa ou não gostar da fruta, e muito menos cocmo trouxa. Ele relata como as coisas ocorreram e todo o dilema que viveu de emoções contraditórias. Acredito que só vivendo algo semelhante para se saber o que de fato alguém faz ou deixa de fazer. Muitas vezes a atitude de alguém nos afronta em nossa forma de sar, mas essa é a forma de ser daquela pessoa e não a nossa. Temos que saber respeitar isso e não ofender ou diminuir alguém por suas atitudes. Mais uma vez agradeço as opiniões e leituras. Obrigado.
24/03/2020 23:05:09
Concordo cm o espartano, se ela ta aproveitando la, vc devia ter aproveitado sozinho tbm, ao.inves disso aceita ser corno por nada! Isso nao é uma relaçao aberta, é so um corno trouxa!
24/03/2020 23:03:31
Muito bom
24/03/2020 21:35:42
Eu entendo uma relação aberta, tipo, a esposa está de férias e curtindo, o marido em casa faz o mesmo, sem culpas e com o consentimento de ambos, agora esse negócio de aceitar ser corno e se excitar com a mulher com outro homem é muito complicado, pra mim o cara é broxa ou não gosta da fruta, no mais o conto é muito bem escrito.
24/03/2020 19:17:55
Li com muito pazer e envio minha nota maior, aguardando a continuação deste relato tesudo e instigante . . .
24/03/2020 12:54:53
Louco demais
24/03/2020 10:07:59
Conto rico em detalhes e muito bem escrito.Espero ansioso o próximo capítulo dessa deliciosa e excitante história.Parabéns ao autor.
24/03/2020 08:35:32
muito bom
24/03/2020 05:57:03
Delícia seus contos. Parabéns!!!

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