O clube dos traídos : Primeiro Ato, dildos e sadomasoquismo

Um conto erótico de Duque chaves
Categoria: Homossexual
Data: 24/03/2020 01:33:14
Nota -

Se você já foi traído. Levante o seu chefe e o copo de cerveja.

Mais se você já se vingou contra alguém que foi infiel. Essa história e para você.

Te apresento o clube dos Traídos.

Um clube onde você está sendo chamado, para sair com amigos novos, supera a traição, matar a depressão e a melhor coisa.

SE VINGAR DO DESGRAÇADO OU DA DESGRACADA.

Eu me chamo Daniel Richard, e sou você presidente de uma revista eletrônica, e vou te contar essa história que aconteceu comigo. Então, pega sua cerveja e vamos lá.

Quem nunca quis se vingar do seu parceiro infiel?

Vai por mim, acho que toda a população do planeta, mais sempre tem aquele amigo que diz: “Não faça isso, você vai se sentir muito ruim com isso, supera e dar a volta por cima”

Bem, eu tinha esse tipo de amigos, mais meu signo é leão e com ascendente em Aquário. E não sou uma pessoa que esquece de nada e ainda mais uma dessas. Eu queria sentir a vingança em meu corpo, usar e abusar dela, como um relacionamento abusivo.

E foi o que fiz.

Vou te dar 5 passos daqui que muitos fazem.

A) Brigam com a mulher ou o cara, que foi pego. No caso o amante.

B) Tentam se reconciliar.

C) Terapia de casal (Essa e a melhor de todas)

D) Se acostuma a traição.

E) Baixa sua auto estima e começa a se achar péssimo a isso.

Eu passei por todos esse estado, e acredito que meu esposo iria mudar. Mais o que o mundo deu um tapa bem dado na minha cara, e ele disse que não mudaria.

Sou casado com um ótimo advogado, que diga de se passagem é um moreno bem bonito.

Ele é dono de pelo menos três casas pelo país, uma delas sendo em angras dos Reis, e mais alguns consultórios pelo país. E eu tive a ilustre vida com ele.

Sei que não deve está entendendo nada. E estou sendo muito apressado. Pegou a cerveja? Sim? Amooo. Agora senta que vou te contar toda a história que precisa saber, mais primeiro vamos por parte. Conheça o filho da puta número um.

Eu sempre fui magro, mais pelo menos era um magro bonito, já que trabalhava diretamente com a imagem. Cresci numa cidade pequena é que minha área não daria em nada, só se eu fosse apresentar um programa num canal fechado que não dava nem ibope.

Sou um rapaz branco, de cabelos castanhos claros ondulados, meus lábios finos e olhos castanhos, formavam meu rosto retangular, alto de um metro e oitenta e quatro. Sempre sonhei em ter aquele relacionamento que me levaria para fora. Que eu não precisasse ter vergonha de mim mesmo.

Mesmo numa das cidades que mais o povo tinha dinheiro, eles eram muito mente fechada e foi um choque para minha mãe aceitar que seu querido primogênito era gay.

Vindo de uma família evangélica é muito, mais muito conservadora, foi um tapa na cara de minha mãe e família, eu seguir o lado negro da força e ser a ovelha negra/colorida da família.

Meu pai me deserdou e se mandou com a amante dele e seus filhos para outro estado. E jamais me reconheceu como filho. Mais um para os números do IbGE.

Quando completei meus dezoito anos eu saí de casa, bem, não foi bem “sair de casa”, foi mais, tipo, eu não quero um filho gay aqui. Suma.

No tempo eu tinha terminado o ensino médio e estava trabalhando vendo bombom, já que não tinha feito nada de cursos e muito menos trabalhado.

Na época eu estava falando com um cara de São Paulo, seu nome era Eduardo Lyra, um rapaz bonito, de cabelos negros e olhos multicolorido. Ele tinha seus 29 anos e trabalhava como gerente de um banco em São Paulo. Ele me ligava todos os dias e passávamos oras conversando.

Ele me dizia seus sonhos e também o que queria comigo, até ele propõe que mora-se com ele em Osasco. Eu não cortei conversar e fui.

- Você vai mesmo? – A pergunta de minha amiga, saiu meu estridente e preocupada.

- Eu vou sim Iety, eu preciso sair dessa cidade, preciso seguir meu caminho. E ele me prometeu muita coisa, eu não posso dizer não. Fora que eu amo ele.

Os olhos negros e bastantes puxados de Iety brilharam, ela sorriu preocupada. Seus dedos finos e longos, estavam frios. A garota de cabelos negros e sempre vista com batom vermelho, e roupas pretas, estava sentada na sua cama. Enquanto eu estava deitada na mesma.

Iety tinha um irmão mais velho que saiu de casa e estava tentando a vida sozinho, enquanto ela estava com sua mãe, que era técnica em enfermagem.

A garota era um ano mais velha que a mim, e tentava o vestibular para a faculdade dê enfermagem ou direito.

Seu perfume adocicado estava em peso naquele quarto, mal iluminado.

- Eu não acho isso uma boa ideia. Poderia viver aqui comigo, tem um quarto para você aqui. Já que meu irmão não está, você poderia se arrumar aqui. Mamãe te ama.

Sua voz suave saia daqueles lábios como seda.

Ajeitei meus cabelos bagunçados e encarei a mesma, coloquei meus óculos e segurei bem firme suas mãos.

- Eu preciso ir. – Ela sabia de minha vida, sabia de meus medos de ser abandonado, o que estava acontecendo. Sabia de meus traumas, do assédios, tudo. – Se eu não for agora, vou ficar preso aqui. Eu quero ser livre.

- Você é livre, mais está fugindo das pessoas e não da situação. – Ela apertou bem minhas mãos. – Eu amo você, não vou mais passar nossas últimas horas juntos, tentando fazer você ficar. Já sei que não vai dar certo.

Soltou um sorriso gentil. E beijo sua testa. Naquele dia eu não sabia, que seria a última vez que eu via a mesma.

O avião partiu a madrugada, Eduardo, tinha mandando o dinheiro para poder eu viajar. Uma passagem apenas de ida. E naquele dia em que não olhei para trás. Eu decretei o primeiro relacionamento abusivo da minha vida.

Cheguei em Osasco por volta de meio-dia.

O sol estava coberto por nuvens, que passavam devagar demais, trazendo um vento com cheiro de manga.

Osasco era uma cidade bonita, uma parte de São Paulo que apenas pessoas com pode aquisitivo poderia viver.

O táxi que me deixou bem a frente de um casarão grande. Os portões eram brancos e grades pretas. A casa era de dois andares e muito da sua bonita, ao longe eu podia ver as portas de blindes e paredes decoradas com quadros. O jardim da casa era na frente e cobria quase toda a mesma. As plantas começavam a subir pelo portão. E lá estava ele, brincando com seu cachorro.

- Amor...

Ele olhou para o portão e sorriu ao me ver.

Eduardo era um rapaz forte e bonito, de academia, sua barba era cheia e seu sorriso galanteador, ele era da minha altura, e sua pele era bronzeada do sol. Sua voz era grossa, devido a cantar operar.

- Você demorou demais. Pensava que não viria mais. – disse ele me abraçando e dando um cheiro no cangote. – Eu estava querendo fazer isso.

Meus olhos se encheram de lágrimas e pude sentir o homem que seria meu esposo para sempre, apertei bem seu corpo e pude sentir o perfume amadeirado, Kayak, que ele usava.

Seu abraço de urso era forte e firme, me deixando coberto por ele, me trazendo alegria, nos meus dias tristes. Ele era o meu Teenagem Dream, já que era nossa música.

Minos, era o cachorro da ração Raske siberiano, e pulou em cima de nós dois.

- Eu amo você. – Ele disse me encarando, seus olhos penetrante, invadiram minha mente e eu estava ali refém dele.

- Eu amo você, Eduardo.

Passei a primeira semana em Osasco, muito desconfortável, eu estava tentando me ajustar a nova vida, é isso me incomodava. Eduardo saia de manhã para trabalhar, e nos tomávamos café juntos. Ele voltava apenas as 5 da tarde. Quando saiamos para comer. E ele me mostrava a cidade, a cada passei romântico.

Eduardo era o cara perfeito, ele não tinha vergonha de segura a minha mão na rua, não tinha vergonha de me beijar na frente de seus amigos. Ele tinha orgulho de mim. Orgulho do que criarmos.

- Poderíamos ir no cinema o que acha? – A pergunta feita por mim, invadiu a mente de Eduardo e o de sorrir.

Estava a um mês morando na casa dele. Ou como ele dizia, a nossa casa. Ele sempre pedia para que o jantar fosse feito, e que eu estivesse sempre disposto a transar com ele loucamente.

Eduardo se virou para mim, já que estávamos vendo um filme na Tv. A sala era grande e dois sofás eram postos para frente de uma parede com tv é uma lareira enorme. Um ar condicionado foi tirado da sala, para ser posto na sala de jantar.

- Depois. Mais eu quero fazer uma coisa antes. – Ele sorriu de uma forma perversa e passou a mão na minha bunda.

- E o que seria?

A pergunta saiu bem inocente. Uma forma que ele gostava de ouvir. Eduardo tinha fetiches com BDSM, me forçando a sentir dor enquanto ele gostava de ver.

- Eu quero comer você. Aqui é agora.

- E se eu não deixar? – a pergunta fez Eduardo fazer uma careta.

- Vai me desobedecer? – Sua voz saiu mais grossa do que antes. Ele desferiu um tapa em meu rosto, me deixando sem reação.

- Eu... Eu...

- Vai me dar esse cu agora.

Eduardo pegou sua gravata que estava caída no chão, apertando bem meus pulsos.

- Está.. está doendo.

Ele apenas sorriu de ladino.

- Tem que doer mesmo. – Respondeu o mesmo tirando minha roupa. – Esse cu aqui, tem que aguentar meu pau todos os dias e sem reclamar.

Ele tirou toda sua roupa, mostrando aquele corpo sarado e seu pau ereto. Ele puxou minhas roupas e jogou ao chão. Me colocando de quatro.

Ele pegou do criado mudo, do lado do sofá, cordas, cordas grandes e começou a me amarrar. E a cada vez que eu pedia que eu não queria mais, ele me batia na cara. Aquele fetiche dele as vezes me assustava.

Eu estava com meus braços amarrados para trás de meu corpo, uma mordaça estava na minha boca, meus pés estava amarrados junto com minhas pernas.

Ele tirou de outra gaveta do criado mudo, lubrificante é um dildo, do tamanho do seu pau.

Ele me virou com força, e abriu minhas pernas, abrindo as cordas e prendendo numas cordas que ele deixou na sala. Suspendendo minhas pernas.

Ele começou a lamber meu anus, e volta e meia, acertando minhas próstata com o dedo do meio. Ele fazia giros e lambia meu cu, chupando e enfiando sua língua.

Eu gemia de prazer e tentava para involuntariamente meu corpo de se contorcer. A cada enfiada encostando na minha propostas, era um gemido de protesto.

Ele enfiou o dildo, dentro do meu anus. E logo em seguida começou a ligar a máquina que ele tinha comprado, para movimentar o dildo entrando e saindo.

Eu gemia e me contorcia.

- Isso sua puta, agora vai fazer tudo o que eu quiser. Eu te tirei daquela vida, você é meu, minha propriedade. – Eduardo falava enquanto me via se contorcer de prazer.

Ele sentou do meu lado e colocou seu pau na minha boca.

- Chupa meu pau, mais se morder ou arranhar eu vou bater em você. – Seu tom era sempre muito sombrio, mais de um jeito sexy.

Naquela noite eu tentei chupar aquele pau da melhor forma possível, mais era um desafio muito grande, já que o dildo enorme, não me dava trégua. Acertando bem em minha próstata, machucando ela a cada estocada.

Ele estava com vontade de me maltratar, enquanto ele tirou o pau da minha boca. Eu gritei de dor.

Eu tinha gozado.

- Quem mandou você ter gozado?

A sua voz me fez recolher.

- Ninguém, Daddy. Ninguém.

- Agora vou aumentar a velocidade.

O dildo foi aumentados velocidade. Eu gemia e sentia minha pernas tremerem de exaustão. Eduardo, novamente me forçou a fazer um boquete para ele. E não demorou muito para o segundo gozo vim.

Eduardo, não conteve e mijou na minha cara, me lambuzando todo.

Meu corpo estava ficando sem forçar e ele parou o dildo e enfiou o pau dele, abrindo mais me cu, me fazendo nem ao menos conseguir sair daquela posição que estava. Eu poderia sentir o pau dele e sem fazer tanto esforço. Ele estocava e me apertava toda vez, completando mais ainda sua sadomasoquismo.

Sias mãos eram forte e firmes, e ele apertava para deixar marca. Mordia meus mamilos e maltratava de meu pescoço.

Quando ele gozou. Ali. Só apenas ali eu senti que nunca tinha sido comido daquele jeito.


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