Adriene, a putinha de meu melhor amigo

Um conto erótico de Corno da Espos
Categoria: Heterossexual
Data: 08/10/2019 07:57:56
Nota 10.00

Ela estava se preparando desde de manhã para receber meu amigo em nossa casa. Já estava de unhas feitas, toda depiladinha, e agora, no início da noite, acabara de se maquiar. Maquiagem toda pink, combinando com o esmalte das unhas, e bem pesada, do jeito que ele gosta, como diz ele, bem maquiagem de garota de programa. Já estava com uma tornozeleira de prata grossa e bem chamativa no tornozelo direito, que eu havia dado a ela e que indicava que ela era casada e liberada, além de uma aliança de ouro bem larga e visível especial para essas ocasiões (machos gostam especialmente de vadias casadas) e havia acabado de separar o que vestir.

Como bom corno, fui xeretar o que ela havia escolhido. “Prato de entrada” (rs), isto é, a roupa para recebê-lo: microvestido branco, de cotton, justo , bem decotado (seios quase totalmente de fora), semi-transparente, um conjuto de lingerie cor de laranja – fio dental e soutien ¼ de taça (aquele que a taça só tem o suporte); e tamancos brancos, de saltos 10. Como “prato principal”, isto é, depois que ficassem mais à vontade na sala, ela separou um biquíni preto com pois brancos, fio dental, minúsculo (dois triangulozinhos que mal escondiam os bicos dos seios, uma tirinha de pano bem pequenininha na racha e um fio atrás), e sandálias de verniz pretas, sempre de saltões, e para a “sobremesa”, quando fosse levá-lo para o quarto, baby doll salmão de renda, sem calcinha, e sandálias da mesma cor, com tiras para amarrar até o joelho.

Quando ele combinava de ir vê-la, ela sempre ficava muito excitada, dizia que ele era o melhor macho que ela conhecia, e era visível o seu prazer em estar com ele. Já dissera a ele que ele não precisava ter limites com ela, podia fazer tudo o que quisesse, e ela se oferecia e se arreganhava de uma forma desavergonhada para ele.

Eram nove horas da noite quando ele chegou. Eu o recebi, convidei-o para entrar e sentar, ofereci-lhe um uísque, e ficamos conversando, esperando por ela, os dois extremamente excitados. Logo, ouvimos o barulho de saltos em direção à sala, e ela apareceu. Estava deliciosa. Com o microvestido branco, estava com ¾ das coxas de fora, o contorno do volume da bundona bem à mostra, o vestido quase mostrando a bunda, faltando apenas uns 3 dedos, os seios quase caindo para fora do decote. De saltos bem altos, a bunda ficava ainda mais empinada, aliança e tornozeleira aparecendo bem, unhas, batom e sombra pink, a sombra bem intensa sobre os olhos. Ele já estava com um volume na calça, e logo que ela chegou na sala, ele se levantou, beijou-a na boca demoradamente, enquanto acariciava a bundona dela, e a encoxava de frente, já com o pau bem duro, pelo volume da calça. Ela correspondeu ao beijo e deu uma reboladinha, se esfregando na vara dura dele. Ele se sentou, e ela ao lado dele.

Recomeçamos a conversar, mas o clima já não era mais o mesmo, era puro tesão. Ele querendo pegá-la, ela querendo ser a cadela dele, e eu querendo ver minha esposinha sendo montada feito uma vadia, que ela realmente é. Ali, na minha frente, ela declarou a ele: “Que bom que você veio, adoro ser sua cadela!” Ele a abraçou, começaram um beijo de língua demorado, enquanto ele acariciava as coxas e a bocetinha dela, e ela massageava o cacete dele por cima da calça. Logo, ela se separou dele, levantou-se, tirou o fio dental, jogou para mim, e sentou-se novamente ao lado dele, o microvestido lá no alto, a boceta praticamente de fora, e recomeçaram o beijo, enquanto agora ele a invadia com a mãozona, primeiro um dedo, depois dois, três, quatro, até que estava forçando a mão para dentro dela e ela se retorcendo feito uma cadela no cio. Ela adora ser forçada e violada por homens de mãos grandes, e estava enlouquecida com ele ali, como já acontecera muitas vezes, afinal ela era cadela dele há muitos anos. Logo, ela gritou e gozou, relaxou no sofá alguns momentos, e em seguida se levantou, puxou-o pela mão para que se levantasse, arriou a calça e a cueca dele, colocou-o novamente sentado, e começou a mamar o cacetão dele e a chupar as bolas, usando toda a prática que tem de fazer isso. Ele, de vez em quando batia na carinha dela, chamava-a de puta, garota de programa, vadia, e ela feliz, continuou mamando, até que ele avisou ela que ia gozar, mas ela disse que queria a gala na boca dela, e continuaram até o final. Engoliu tudo, deu um trato no cacetão dele com a linguinha, deixou-o completamente limpo e brilhante, e se sentou a cavalo no colo dele, de frente para ele. Rapidamente o cacete dele ficou duro de novo, e em posição estratégica, pois estava roçando na bocetinha da vadia. Enquanto ela o beijava na boca e ele acariciava os seios dela, já de fora do microvestido, o cacetão foi ficando mais e mais duro, até que ela deu uma empinadinha no colo dele e enfiou tudo dentro da vagina. Ele começou a socar nela e a fodê-la, ambos gemendo muito, ele xingando ela de vadia, puta, etc, apertando os seios dela, e logo gozaram outra vez. Dessa vez, ela ficou com a bocetinha cheia de porra dele. Em seguida, pegou-o pela mão e levou-o para o quarto de hóspedes, para tirar toda a roupa e acomodá-la, enquanto ela ia para a nossa suíte, se lavar e se trocar. Fui atrás dela, esperei ela tirar toda a roupa, coloquei-a sentada na beira da cama, e fui chupar aquela bocetinha de puta, que mais uma vez tinha sido usada por outro macho. Ela se deitou, com os dois pezinhos na beira da cama, as pernas arreganhadas, e me estimulava: “chupa, meu corninho, veja como é gostosa a porra de um homem de verdade que está comendo a sua esposinha, como muitos tem feito, há anos ... Chupa tudo me deixa limpinha, para eu por mais gozo para dentro ... muito gozo, e muitas vezes ... chupa, seu corno manso ...” Fui chupando furiosamente, querendo limpá-la toda e não desperdiçar aquela porra toda, até que a fiz gozar novamente. Ela gozou, ficou na cama deitada descansando um pouquinho, logo se levantou, foi tomar banho, enquanto eu fui para a sala. Cheguei lá, e ele já estava sentado no sofá, nú e de pau duro de novo. “E ela?” “Se arrumando”, eu respondi. “Ainda deve demorar um pouco, foi para o banho agora.” Conversamos mais um pouco, e logo ela apareceu na sala, ainda de tornozeleira e aliança, super maquiada, parecendo a puta que era, cheirosa, e com um biquíni que mal se via. Uma tirinha dentro da racha na frente, um fio atrás, dois triângulos bem pequenininhos que mal escondiam os bicos dos seios, e tamancos altíssimos de verniz preto. Chegou rebolando, e foi direto para o colo do macho dela, que não perdeu tempo, começou a beijá-la e acaricia-la por todo o corpo, com a picona de pé, roçando na bocetinha dela. Logo, ele puxou o top do biquini para o lado, e começou a mamar os seios da cadelinha e enfiar um dedo no cú dela entrando e saindo – coisa que ela só deixa ele fazer, enquanto ela gemia feito uma louca, e rebolava toda, excitada com o dedo dele atolado no cú. Então ele, ainda com ela no colo, puxou a tirinha de pano de cima da bocetinha dela para o lado, e enfiou o cacete na vagina da minha esposinha, que gemia e gritava de prazer. “Aiii ... que delicia de vara, como você é macho, sou sua franguita, sua putinha, sua cadelinha, soca na minha boceta e me enche de porra, que meu marido corno está louco para chupar a gala do meu garanhão ...” Os dois gemeram e gritaram mais um pouco, ele a chamando de puta, batendo na cara dela, ela ficando cada vez mais excitada, e finalmente os dois gozaram e ele continuou com o pau enfiado na vagina dela, enquanto se beijavam e ele de vez em quando, parava de beijá-la e mamava as tetas dela, e ele continuava enfiando dedo no cú da vadia – agora eram vários, eu não conseguia ver quantos. Logo, ela saiu do colo dele, foi até mesa da sala, arriou a tanga até o meio das coxas, inclinou-se sobre a mesa, apoiou-se nas mãos espalmadas, e chamou: “Vem enrabar a sua vadia e encher o meu cú de porra, que o corninho vai querer chupar depois ...” Ele se levantou, nú e com o pauzão empinado, chegou atrás, expos o cuzinho dela, e forçou a entrada do cacetão. Ela simplesmente deu uma rebolada, um gemido, e a vara dele desapareceu no cuzinho de minha esposinha, enquanto ela gemia de prazer, e ele a segurava pela cintura e socava com vontade, e ela rebolava aquela bundona linda, branca, sem defeitos, para excitá-lo, e segundo ela contou também, para melhor sentir o pau dele dentro, lá no fundo. Essa cena durou uns 10 minutos, e logo os dois gozaram, praticamente juntos. Ele ficou dentro dela até esgotar seu gozo, saiu de dentro dela e foi para a suíte de hóspedes, enquanto eu a levava, de mãos dadas, para a nossa suíte. Chegando lá, tirei todo o seu biquíni, a pus deitadinha na cama, de barriga para cima, de pernas arreganhadas e com os pezinhos em cima da cama, e novamente fui me deliciar, chupando sua boceta de vadia, cheia de porra do verdadeiro macho dela. Enquanto fazia isso, metia vários dedos no cuzinho dela, e ela ronronava, rebolava, gemia, excitada. Em seguida, a pus de quatro, lambi um pouco o cú dela, e em seguida meti na boceta gosmenta e usada, e depois no cú, e soquei até gozar, enquanto batia na bundona linda dela. Desengatei, fui para o banheiro, lavei o pau, e fui para a sala, fazer companhia ao macho dela. Depois de uns 20 minutos, ela apareceu na sala, com o baby-doll salmão de renda, completamente transparente, sem nada por baixo, as sandálias amarradas até o joelho, maquiagem, tornozeleira, aliança grossa, sentou-se de novo no colo dele, ainda nú, e já de pau duro de novo, ela com a xoxota encostada no pauzão duro dele, e ficaram se beijando, e ele acariciando ela pelo corpo todo, inclusive enfiando vários dedos na vagina dela. Ela o pegou pela mão e de mãos dadas, como dois namorados que realmente são, foram para o quarto. “Venha, corno, venha ver como a sua esposinha satisfaz o macho dela ... “ E eu fui atrás, e me sentei em uma poltrona na suíte, em frente a cama, enquanto os dois paravam de pé ao lado da cama, e se acariciavam de todas as formas possíveis. Em seguida ele a deixou nua, só de saltos, e mandou que ela deitasse, ele deitou por cima, para um 69, que durou uma meia hora. Aí a pos de quatro, que é o que ela mais gosta, e penetrou a vagina dela, segurando-a pela cintura e batendo na bundona linda dela com força, e puxando a cabeça pelo cabelo, para trás, até que deu um gemido e encheu de novo a bocetinha dela, enquanto ela não parava de gemer. Ficaram por mais um tempo deitados, abraçados, trocando carícias, e logo o cacetão dele estava de pé de novo. Ela mamou nele um pouco, e logo meu amigo pediu que ela ficasse de quatro novamente, o que ela fez rapidamente. Ele expos o rabinho dela, o beijou, encostou a cabeçona e num tranco só, a penetrou, enquanto ela gemia e rebolava, e pedia: “Enterra tudo até o talo, me faz sua cadelinha, meu garanhão, meu macho ...” E rebolava, enquanto ele socava a vontade a piroca no cú da cadela. Depois de uns 10 minutos, ambos gozaram, ele caindo por cima dela na cama, sem tirar o cacete, e ainda dando umas socadinhas de vez em quando, até que ele saiu de dentro dela, e foi tomar banho, e ela ficou deitadinha, com porra vazando pelos dois buracos, e me provocando: “Ai, como foi bom ... Como o Jorge é macho, adoro ser a cadelinha dele ...”. Logo, ele voltou já vestido, ela se levantou, só de saltos, pos um robe de renda preto por cima da pele, e foi acompanha-lo até o elevador, enquanto eu fiquei esperando no quarto. Quando ela voltou, tirou o robe, deitou-se na cama de pernas abertas, e eu fui para o meio das pernas dela, chupá-la, excitado, e logo depois dei uma boa metida nela, ela mais uma vez gozou, e foi depois para o banho. Achei que tinha terminado, por aquela noite, fui para a sala assistir televisão, e qual não foi minha surpresa quando ela apareceu provocantemente vestida, dizendo que ia sair, o tio da prima estava vindo busca-la. Estava de botas pretas de saltos bem altos, shortinho de linha preto bem justo, colado na pele, sem qualquer lingerie, uma bata preta transparente, que permitia que os seios aparecessem completamente, novamente maquiada, de tornozeleira e aliança, e com o casaco comprido no braço, com o qual saía do prédio sem se mostrar. Contou que ele vinha pegá-la para uma festa das frutas, uma putaria nova que haviam inventado. Reuniam-se uma meia dúzia de caras e uma vadia como minha esposinha, ela ficava só de saltos, e vendada. Eles traziam várias caixas de camisinhas importadas, sabor de frutas, ficavam nus só de camisinha, ela tinha que mamar até que cada um gozasse, e dizer o sabor da fruta. Se errasse, era levada para o quarto, e o cara comia o cú dela, sem que ela soubesse quem era. Em seguida, voltava para a sala, e continuava. No final da noite, tiravam a venda, e todos comiam tudo o que quisessem. Ela já tinha me contado que raramente errava, a menos que o cara tivesse um pau grande, grosso e gostoso, para esses, chegava a errar duas ou três vezes na noite. Essas festas eram feitas com caras que sempre tinham exames de HIV recentes, ela exigia, pois no final, geralmente o que rolava, era sem qualquer camisinha. Quando terminava a festa, ela sempre passava ainda algumas horas, sendo cadela do tio da prima, que ela dizia que era um macho muito gostoso, pauzudo, perfumado, e depravado. Eu já sabia que de manhã, ia chegar atrasado ao trabalho, pois ia esperar que ela chegasse, que sentasse no meu colo na sala nua, só de botas, contasse tudo o que tinha rolado durante a noite, em seguida ia leva-la para o quarto, dar uma boa chupada naquela boceta cheia de porra de outros machos, e em seguida fode-la até que gozássemos, geralmente umas duas ou três vezes ...

Comentários

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08/10/2019 21:57:28
Show do bola! Muito excitante seu conto! Qdo puder, de uma olhada nos meus! Abraço!

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