Da senzala para minha cama, de escrava a baronesa XIX

Um conto erótico de jornalista77
Categoria: Heterossexual
Data: 08/03/2015 14:55:10
Nota 7.67

Uma semana depois de Juliana voltar para casa, fui até seu avô pedir sua mão oficialmente. Seu Augusto estranhou o pedido, pois jamais soubera de qualquer envolvimento meu e sua neta. Além disso, havia Raquel e as pessoas comentavam que nós dois estávamos juntos. Apesar de ele não ter me confrontado abertamente sobre isso, percebi um clima estranho. Juliana tratou de desmentir o fato e convenceu o avô a aceitar o pedido. Disse que os dias que passara na fazenda comigo serviram para nos aproximar e para ela descobrir que eu era um bom homem, decente, correto e um sentimento começara a crescer dela. Diante desse argumento, ele não teve mais como se negar. Fizemos um jantar na casa do doutor Fontes para comemorar. A cerimônia seria dali a dois meses para preparar o enxoval e, nesse período, Juliana não iria à fazenda. Na data marcada, Raquel estaria com quatro meses de gravidez e a barriga começava a aparecer. Eu curtia sua gravidez como nunca fizera com Teresa. Passava o dia beijando e acariciando sua barriga e enchendo-a de mimos. O sexo não era mais diário, pois ela tinha enjoos e outros desconfortos, mas compensávamos quando ela melhorava.

O casamento foi na fazenda, uma festa grandiosa, com convidados de toda a região e políticos também. Juliana estava esplendorosa em seu vestido branco presenteado por dona Inês, esposa do doutor Fontes. Ela irradiava beleza e alegria. Sorriso farto, olhos marejados e mãos frias. Seu Augusto também se mostrava muito emocionado, pois estava casando sua única neta a quem ele amava como se fosse uma filha. Após a cerimônia, muita festa, comida, bebida e música. Dançamos o tempo todo até os convidados irem embora. Era chegado o momento da noite de núpcias. Ela e eu queríamos que Raquel participasse, mas ela disse que não, aquela noite era só nossa e que teríamos muitas outras pela frente. Pegou Alexandre e foi dormir com ele em seu quarto. Juliana foi ao nosso quarto e, após alguns minutos, me dirigi até lá. O quarto estava às escuras e em completo silêncio. A chamei e ela surgiu pela porta do banheiro, usando uma camisola de seda cor de rosa, com babados e relativamente curta, levando em conta os modelos da época. Ela havia tomado banho e seus cabelos estavam ainda molhados, o que realçava sua cor e volume. Uma vela estava acesa no banheiro e era a única luz do ambiente, mas que incindia sobre ela e a fazia ainda mais encantadora. Juliana veio caminhando em minha direção, lentamente, sorrindo. Eu ensaiei dizer alguma coisa, mas ela impediu, colocando o dedo em meus lábios. Em seguida, me enlaçou no pescoço e começamos um beijo delicioso, calmo, lento, macio, que foi ganhando intensidade e, em poucos minutos, já estávamos atracados e nossas bocas engoliam a língua e os lábios do outro.

Juliana começou a tirar minha roupa, desabotoando minha camisa, botão por botão. A tirou e passou a língua pelo meu peito, beijando e mordendo delicadamente meus mamilos. Abriu minha calça e a deixou escorregar para o chão, me deixando nu e de pau muito duro. Se afastou, segurou minhas mãos e me puxou para a cama, me fazendo sentar na beirada. Ainda sem dizer uma palavra, ergueu a camisola e também ficou completamente nua a minha frente. Ajoelhou-se entre minhas pernas, segurou minha rola e a colocou na boca, iniciando o que viria a ser o melhor boquete que ela já me fizera. Percebia com clareza todo o estado de tesão em que ela se encontrava. Chupava meu pau com rapidez, engolindo o máximo que conseguia e, com a outra mão, acariciava minhas coxas, meus braços e levava os dedos a minha boca para chupá-los. Meu pau inchou e despejei minha primeira carga de esperma da noite em sua boca, totalmente engolida. A levantei e caí de boca em seus seios, mamando aquelas maravilhas um por um. Agarrava sua bundinha, beijava sua barriga e, em um gesto rápido, a puxei para a cama, deitando-a de costas e indo por cima dela. Voltamos a nos beijar, agora com muito mais luxúria e excitação. Retornei aos seus seios, mordia seus biquinhos e fui descendo pela sua barriga até chegar a sua boceta ensopada e, para minha surpresa, cabeludinha. Olhei para ela, que sorriu e disse "surpresa". Eu adoro boceta cabeluda e caí de boca nos seus pelos, chupando, lambendo e cheirando. A boceta fica muito mais cheirosa quando é peluda. A chupei muito, coloquei dois dedos dentro dela e a fiz gozar, pelo menos, duas vezes, na minha boca. - Mete em mim, meu amor, por favor, quero você dentro de mim - implorava. Com seu corpo bem molinho dos orgasmos, subi nela e a penetrei. Juliana urrou de prazer e me abraçou com braços e pernas. Iniciei as estocadas enquanto a beijava e chupava seus peitos. Mudamos de posição, com ela por cima de mim, depois de quatro e terminamos de frango assado. Gozei outra enormidade dentro dela e a fiz ter outros orgasmos deliciosos. Estávamos exaustos, ensopados de suor e dormimos abraçados e com a cama toda desarrumada.

Na manhã seguinte, fomos acordados por Raquel, que veio nos dar bom dia com muitos beijos, lambidas e chupadas. Ficamos namorado os três na cama até que precisei me levantar, pois tinha providências a tomar antes da viagem que faria com Juliana à capital da Província, à tarde. Seria uma viagem de negócios e política, mas seria também uma espécie de lua de mel, algo que eu fizera com Raquel tempos atrás. Deixei as duas transando na cama e fui ao escritório. Após o almoço, Tonho foi nos deixar na cidade para pegarmos o trem. Nos despedimos de Raquel e Alexandre e embarcamos. Novamente, reservei o melhor vagão, o mais luxuoso e nos instalamos. Durante a viagem, Juliana começou a me fazer carinho, a me beijar e disse que estava com saudades. Tirou meu pau para fora e começou a chupá-lo. Disse a ela que alguém poderia chegar, mas ela nem ligou. - Estou chupando meu marido, na nossa lua de mel - e voltou a engolir minha rola. Com ela bem dura, a maluquinha levantou o vestido e sentou no meu colo, me fazendo entrar fundo em sua xaninha. Com o movimento do trem, sua cavalgada ficou alucinante e tivemos orgasmos deliciosos juntos. Repetimos isso mais vezes nos três dias de viagem.

Finalmente, chegamos e nos hospedamos no hotel. Minha agenda previa reuniões com correligionários, visando às eleições e também com parceiros comerciais para o embarque e venda do meu café. À noite, na cama, conversávamos sobre o que faríamos nos próximos dias e Juliana me surpreendeu com um pedido: - depois que você levou aquele brinquedinho, o cinto de castidade masculino, fiquei super curiosa em conhecer um bordel. Você me leva? - eu dava um gole na água e quase me engasgo nessa hora. Tentei argumentar, mas ela estava decidida. Marcamos, então, para o último dia na cidade. Contatei minha amiga, madame Margot, e combinamos de ir ao seu bordel. Chegando lá, Juliana ficou encantada com o local. Era grande, luxuoso, com muita música, luzes e alegria. Havia um palco onde as meninas com roupas extravagantes e coloridas dançavam alegremente e entretinham os homens, em sua maioria ricos, velhos e gordos. Nos sentamos em uma mesa e logo Margot veio até nós, me cumprimentando com um abraço efusivo e um beijo. Apresentei Juliana que também recebeu um beijo, porém bem mais caliente. - Margot, ela queria conhecer um bordel e o seu é o melhor - disse. - Que maravilha, barão, mas será que esse anjo só quer conhecer o lugar ou também quer se divertir? - perguntou enquanto acariciava os cabelos de Juliana. - Quero me divertir também se meu marido não se opuser - respondeu.

Margot pegou Juliana pela mão e a levou até seu quarto, seguidas por mim a uma certa distância. As duas trocavam carícias e iam abraçadas. No quarto, encontraram uma jovem, Lucila, a amante de Margot e uma das garotas da casa. Ela usava apenas uma lingerie mínima e, quando viu a madame entrar com uma jovem pelo braços, se levantou da cama e se aproximou das duas. - O que temos aqui, madame? Me trouxe um presente? - perguntou. Margot era uma polaca de 45 anos, corpo cheio, seios fartos e muito bem quista pela alta sociedade. Havia chegado ao Brasil quinze anos atrás e logo fez fortuna com a prostituição. Lucila tinha 25 anos, era linda, com um corpo apetitoso e era a preferida de Margot. Lucila e Juliana começaram a se beijar e logo caíram na cama. A prostituta tomou conta da ação, tirando a roupa de Juliana e beijando e chupando cada pedacinho do seu corpo. Me sentei em uma poltrona que havia no quarto e Margot veio me fazer companhia. - Eu sei que você não faz mais programas, Margot, mas que tal abrir uma exceção hoje? - perguntei. - Apenas porque você me trouxe essa preciosidade, barão - e se sentou no meu colo, começando a me beijar. As meninas já estava nuas e se chupavam afoitamente. Juliana colocava em prática tudo o que aprendera com Raquel e levava Lucila à loucura. Margot tirou minha calça e, ajoelhada no chão, chupava meu pau com a maestria das profissionais.

A orgia corria deliciosamente no quarto quando entra Marcel, um negro empregado do bordel. Ex-escravo, era o faz tudo de Margot. Ao vê-lo, os olhos de Juliana quase saltam para fora. Margot o mandou tirar a roupa e ir pra cama. Minha esposa o recebeu com um grande abraço e beijos. De quatro, começou a chupar sua rola e era chupada por Lucila atrás dela. A garota vestiu o cinto de strapon e chamou Juliana, fazendo-a cavalgar. Marcel se posicionou por trás e penetrou o ânus da minha mulher, que era ensanduichada na cama e gemia e gritava feito louca. Margot saiu de mim e foi pra cama beijar Juliana e chupar seus seios. Me levantei da poltrona e também fui, dando meu pau para ela chupar. Juliana era penetrada na boceta por Lucila, no ânus por Marcel e sua boca revezava entre chupar meu pau e beijar Margot. Ainda comi Margot e ela penetrou Juliana. Essa festinha durou a noite inteira e me custou muito réis, uma fortuna. No entanto, ao voltar ao hotel pela manhã, tomamos banho e Juliana veio me abraçar e me beijar, dizendo: - no momento em que eu pisei na sua fazenda pela primeira vez, nem sequer podia imaginar que seria tão feliz. Eu te amo com todo o meu coração e minha alma e eu prometo que serei a melhor esposa que um homem pode ter - valeu cada moeda gasta.


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Comentários

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17/10/2017 06:51:28
Estragou a história com tanta orgia. Poderia ter a Juliana mas os excessos e mistura de tudo como lesbianismo enfraqueceu a história. E está casamento sem graça. Preferia que o casal principal fosse o centro do romance.Que dó.
09/03/2015 07:20:34
Eu fico aqui imaginando onde Juliana irá chegar. Que vadia gostosa...
08/03/2015 16:46:07
Parabens perfeito mais esse conto mto tesao xota molhadinha bjos tesudos

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